* Este blog luta por uma sociedade mais igualitária e justa, pela democratização da informação, pela transparência no exercício do poder público e na defesa de questões sociais e ambientais.
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segunda-feira, 27 de junho de 2011

O PNBL começou a andar de lado (2)


por Assis Ribeiro, no blog do Nassif


Afirmar que banda larga de 1 mega a R$ 35,00 é popular é uma piada de mau gosto. As operadoras já oferecem preço bem próximo a este nas grandes cidades e muitos não podem arcar com este custo. Acreditar que a esse preço, nas regiões mais carentes do país, irá democratizar o aceso a informações é querer iludir a população.

Definir que as "teles" é que irão implantar com qualidade esse acesso nos "grotões" é acreditar em "histórias da carochinha". "Teles" que têm os maiores índices de reclamações no PROCON.

O governo entrar na queda de braço das "teles" com as "TVs" para a implantação deste sistema de banda larga é se quedar aos interesses daqueles que já detêm uma grande concentração no setor de comunicação, beirando ao monopólio.

Não criar "um novo" neste momento é autorizar expressamente a ineficiência, já conhecida por todos nós, daqueles que operam nestas áreas.

Acreditar que entre o péssimo e o menos pior é melhor ficar com o segundo é uma grande demonstração de incompetência para resolver qualquer problema, ainda mais este de importância vital para a universalização do acesso a informações.

sábado, 25 de junho de 2011

Porque hoje é sábado!... Bohemian Rhapsody


Simplesmente sensacional. A banda “street” Porkka Playboys, da Finlândia... fazem esse banzé todo sem sair de um VW Polo... e bem podrinho já. Os instrumentos dos caras são impagáveis.

Is this the real life?
Is this just fantasy?
Caught in a landslide
No escape from reality
Open your eyes
Look up to the skies and see
I'm just a poor boy (poor boy), I need no sympathy
Because I'm easy come, easy go
little high, little low
Anyway the wind blows, doesn't really matter to me, to me

Mama, just killed a man
Put a gun against his head
Pulled my trigger, now he's dead...

sexta-feira, 24 de junho de 2011

A esquerda nos eixos - novo ativismo


Explicação botocuda preliminar


Esse texto faz parte de um debate acalorado que se estabeleceu aqui na web nos últimos dias, onde todos tem uma parte de razão e ninguém tem razão completa. Estabelece um avanço em direção ao horizonte para a velha e desgastada discussão de que tendências ideológicas e de comportamento social se esgotaram, de que esquerda e direita não existem mais e blá, blá, blá... Estou apresentando o texto de contestação a um outro “A esquerda fora do eixo” de outro site, que sugiro a quem se interessar por esse debate seja lido antes, principalmente os itens II, V e VI.




Por Ivana Bentes, no blog coletivo Trezentos



Pretendia escrever um texto de avaliação sobre as Marchas da Liberdade em todo Brasil quando vi este artigo na rede “A esquerda fora do eixo, publicado dia 17 de Junho de 2011 no site Passa a Palavra com assinatura coletiva - sintomático da perplexidade de certos setores da esquerda tradicional com as mudanças e crise do capitalismo fordista e as novas dinâmicas de resistência e criação dentro do chamado capitalismo cognitivo (pós-fordista, da informação ou cultural).

Crise e desestruturação que tem como horizonte a universalização dos meios de produção e infra-estrutura pública instalada, a constituição de novos circuitos e mercados e a emergência de uma intelectualidade de massa (não mais o “proletariado”, mas o cognitariado) com a possibilidade da apropriação tecnológica por diferentes grupo (software livre, códigos abertos, cultura digital).

Crise e paradoxo onde o próprio crescimento gera e multiplica precariedade, mas também novas dinâmicas e modelos.

O capitalismo da “abundância” produz crise ao entrar no horizonte da gratuidade/compartilhamento/colaboração com uma mutação da própria idéia de “propriedade” (ver a crise do Direito Autoral).

O texto percebe as mudanças, estruturais, mas não consegue ir além nas conseqüências e funciona como uma caricatura que busca demonizar as novas dinâmicas sociais e culturais pós-fordistas e despotencializar a cultura digital, o midiativismo e as estratégias de apropriação tecnológicas das redes, inclusive a apropriação de ferramentas como o Facebook, twitter e outras para causas e objetivos próprios, como fizeram os árabes e os espanhóis, hackeando as novas corporações pós-fordistas.

Falta ao texto (além de diagnósticos equivocados sobre a “nova classe dominante”) um arsenal teórico minimamente a altura das mutações, crises e impasses do próprio capitalismo.

Há uma frase sintomática neste artigo que me chamou atenção e que esclarece em muito sobre “quem” fala e de “onde” fala sob a assinatura anônima/coletiva:

Diz: “é praticamente impossível para um observador desatento ou viciado nas velhas estruturas identificar e combater o novo sujeito formado por este coletivo (ou rede).”, referindo-se ao Circuito Fora do Eixo a quem os autores atribuem _ numa teoria “conspiratória” que não esconde uma envergonhada admiração_ praticamente tudo o que está acontecendo de mais interessante na cena do ativismo brasileiro!

A frase explicita o medo diante das novas dinâmicas que estão sendo inventadas e experimentadas “fora do eixo” da esquerda clássica, criando experiências e conceitos que explodem o arsenal de teorias maniqueístas fordistas de uma esquerda pautada pelo capitalismo do século XX, incapaz de enxergar as “revoluções do capitalismo”, dentro “do” capitalismo e que vem sendo discutidas pelo menos desde maio de 68 ou logo depois quando, por exemplo, os teóricos-ativistas Gilles Deleuze e Félix Guattari lançaram o extraordinário manifesto “O Anti-Édipo ou Capitalismo e Esquizofrenia”, de 1972. Ou que ignora as análises sobre as mutações do capitalismo tematizadas por um teórico comunista como Antonio Negri, nos livros “Império” e “Multidão”, dois clássicos contemporâneos.

A frase dá bem a dimensão desse medo e incompreensão do novo e aponta a própria incapacidade de ver dos autores do artigo.

O observador “viciado nas velhas estruturas” é exatamente “quem fala” neste texto, que também se entrega, medroso e preocupado, com a perda do seu próprio protagonismo. Perda de toda uma esquerda fordista que funciona hoje como a “vanguarda da retaguarda” mais conservadora até que muitas dinâmicas do próprio mercado!

Entre os problemas mais gritantes destaco:

1.O texto não consegue configurar que os movimentos e articulações, ainda que incipientes, das marchas das liberdades em todo Brasil não são “a nova classe dominante”, mas a emergência de um movimento transversal, “movimento de movimentos”, com dinâmica própria e singular em cada território, com uma pauta heterogênea, aberta e em construção, sem “central única” ou “comando” dos “iluminados”, que se auto-organiza e cujos “fins” não foram dados a priori!

2. Não se trata de uma “nova classe média liberal”, nem “nova classe dominante”, “despolitizada”, mas de um arranjo transversal que junta e agrega o chamado precariado urbano, a nova força de transformação no capitalismo contemporâneo.

3. Ou seja, movimentos como os das marchas (e tantos outros) ou o Circuito Fora do Eixo são a base de um novo ativismo contemporâneo, a da emergência do precariado cognitivo, ou cultural, ou seja, da explosão e da percepção que o sistema trabalhista fordista e previdenciário clássicos não dão mais contas da dinâmica de ocupações ‘livres’ (mesmo que frágeis e sem segurança) no capitalismo da informação. E que essa precariedade e autonomia não significa apenas “vitimizar” e “assujeitar” é uma potência para novos arranjos, alianças e lutas.

4. O Circuito Fora do Eixo é, no meu entender, um dos mais potentes laboratórios de experimentações das novas dinâmicas do trabalho e das subjetividades. Que tem como base: autonomia, liberdade e um novo “comunismo” (construção de Comum, comunidade, caixas coletivos, moedas coletivas, redes integradas, economia viva e mercados solidários).

Estão FORA do eixo/fetiche da esquerda por trabalhadores assujeitados na relação patrão/empregado! Mas tem enorme potência para articularem não apenas a classe média urbana, mas se articularem com os pobres e precários das periferias e favelas, ao se conectarem com outras redes como a da CUFA e outras, que junta os jovens negros e pobres para outras marchas como a do Direito a Moradia, em preparação. Além de outras articulações sem medo de “aparelhamentos” seja das corporações, dos partidos, ou do Estado. Sem demonizar as relações com os mercados, mas inventando e pautando, “criando” outros mercados, fora da lógica fordista do assujeitamento.

5. Ou seja, o Fora do Eixo entendeu que o modelo na produção cultural é o modelo de funcionamento do próprio capitalismo.

Não mais o capitalismo fordista da “carteira assinada” mas o dos zilhões de free-lancers, autônomos, diplomados sem empregos, sub-empregados, camelôs, favelados, contratados temporários, designes, artistas, atores, técnicos, que ou “vendem” sua força livre de trabalho com atividades flutuantes temporárias, ou se ORGANIZAM e INVENTAM o próprio emprego/ocupação e novos circuitos, como tem feito de forma incrivelmente bem sucedida o Circuito Fora do Eixo, resignificando e potencializando o imaginário de jovens no Brasil inteiro.

Uma esquerda pós-fordista que está dando certo, que inventa estratégias de Mídia, que inventa “mercados” solidários, contrariando os anunciadores do apocalipse.

6. A ideia de que, para se ter “direitos”, é preciso se “assujeitar” em uma relação de patrão/empregado, de “assalariamento”, é uma ideia francamente conservadora. O precariado cognitivo, os jovens precários das economias da cultura estão reinventando as relações de trabalho; os desafios são enormes, a economia pós-Google não é fordista, não é melhor nem pior que as velhas corporações, mas abre para outras dinâmicas e estratégias de luta, EM DISPUTA!

Não vamos combater as novas assimetrias e desigualdades com discursos e instrumentos da revolução industrial!!! Como faz o texto na sua argumentação redutora e tendenciosa.

Não é só o capitalismo financeiro que funciona em fluxo e em rede, veloz e dinâmico. As novas lutas e resistências passam por essas mesmas estratégias.

O Fora do Eixo está apontando para as novas formas de lutas, novas estratégias e ferramentas, que inclui inclusive PAUTAR AS POLITICA PUBLICAS, PAUTAR o Parlamento, PAUTAR A MIDIA, Pautar a Globo, como as marchas conseguiram fazer! Ser bem sucedido ai, onde muitos fracassaram, é o que parece imperdoável!

Há um enorme ressentimento no texto, mal disfarçado, diante de tanta potência, lida pela chave mesquinha da “luta por poder”, “captalização de prestígio”, da “nova classe dominante”. O objetivo infelizmente parece ser o de desqualificar, rotular e “neutralizar” os que são os novos aliados de uma radicalização do processo democrático no Brasil, que estão inovando na linguagem e nas estratégias. “Perigo” que ameaça a jovem/velha esquerda, que perde protagonismo em todas as esferas, incapaz de dialogar com esse novo e complexo cenário, com todos os seus riscos. Experimentar = se expor aos riscos.

7. Como dizem os ativistas italianos: “Odeia a Mídia? Torne-se Mídia”. A velha esquerda foi incapaz de fazer frente as velhas corporações, perdeu para a mídia de massas, conseguiu pautar algumas politicas públicas, mas está francamente perdida no capitalismo dos fluxos e das redes. Não sabe como resistir, nem inovar, nem experimentar, nem ousar. Está tristemente na retaguarda do próprio mercado!!!

8. O artigo parece ter como horizonte a luta por cartórios do século XIX!!! Com estratégias e palavras de ordem abstratas, um “anticapitalismo” vago que perdeu o sentido. Pois as novas lutas são em FLUXO, são modulações, não são MOLDES PRE-FABRICADOS, não são sequer anti-capitalistas, no sentido estrito, pois estão hackeando o capitalismo, se apropriando de suas estratégias para resignificar o COMUNISMO das redes, no sentido mais radical de um comunismo DENTRO do próprio capitalismo, esquizofrenia do sistema que produz hoje um horizonte do COMUM, que temos que construir e pelo que temos que lutar.

9. É preciso dizer ainda que “não existe UM outro mundo”, não existe “fora do capitalismo” (como diz Guattari e Negri) só existe esse mundo aqui, em processo, mutante, imanência radical, e é deste mundo aqui (um rio que vem de longe…) que iremos inventar outros tantos mundos, no plural.

10. O Fora do Eixo, nas suas práticas de criação de comum e comunidades (que o texto detecta mas distorce) e politização do cotidiano, não é o “inimigo” a combater, estão forjando as novas armas para os movimentos em fluxo, então criando redes, fazendo midiativismo, estão relendo e re-inventando, de forma empírica e genial, dinâmicas e processos decisivos dos embates políticos: situacionismo, Maio de 68, experiências de Seatle, hackerativismo, cultura livre, estão na deriva e na luta. A “geração em rede” não mascara nenhum tipo de “conteúdo político oculto e perigoso” que precisa ser desmascarado, ela é o novo conteúdo e linguagem política, ela encarna as novas lutas e está inventando futuros alternativos.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Seção História de São Bento - O quadro da cega justiça






No ano de 1904 o médico e político sãobentense Felipe Maria Wolff resolveu encomendar uma tela a uma escola de pintura em Munique, na Baviera. Não se sabe se a encomenda definia algum motivo para o quadro, ou se a escola experimental ou ainda o próprio o artista produziu o tema de sua própria iniciativa.

A obra, fraca do ponto de vista artístico, foi pintada por um aprendiz de apenas 18 anos, que se tornaria muito famoso e controvertido alguns anos mais tarde no movimento cubista alemão, na fundação da escola Bauhaus de desenho industrial e na arquitetura expressionista. Seu nome era Hermann Finsterlin.

A tela que veio a lume mostra uma figura da deusa simbolizando a justiça (as vezes Athena, Themis ou Dice) com sua venda nos olhos para não ver o preconceito. Segura a balança da imparcialidade na mão esquerda erguida e a espada justa - com seus dois fios, a recompensa para os bons e punição para os maus, na mão direita. Sob os pés esmaga a serpente do mal apoiada no pilar do conhecimento, um livro. Como muitas das representações alegóricas da justiça, também se apresenta com um seio a mostra, simbolismo hermético que não apresenta unanimidade por parte de diferentes interpretações, que talvez não queira dizer nada e não passe de uma simples figura de esteticismo.

O quadro, de 2,2 x 1,4 m, foi pintado no ano seguinte à sua encomenda, em 1905, e despachado para o Brasil assim que foi concluído. Não se conhecem registros do valor que tenha sido pago à escola de arte ou ao artista e quem teria bancado isso, talvez o próprio Dr. Wolff.

Ao chegar ao porto de São Francisco a obra foi retida na alfândega e estabelecida uma taxa para sua liberação, um valor (que também não se conhece) que foi considerado absurdo por parte das pessoas de São Bento interessadas. Esgotado o prazo de uns dois anos sem que alguém se dispusesse a resgatar o quadro, se fez um leilão, em 1907 ou 1908. O Superintendente Municipal (corresponde ao prefeito atual) de São Bento, Manuel Tavares, desceu a Joinville para participar do leilão e arrematou a peça artística pela nada módica quantia de 2:800$000 (dois contos e oitocentos mil réis – que corresponderia a aproximadamente R$ 32 mil, em valores atuais - 2011).

Trazido para São Bento o quadro foi colocado na parede do hospital provisório que o Dr. Wolff mantinha em sua residência, a Vila Erica, atual prédio do Museu Municipal. Isso permite imaginar que tenha sido o próprio médico e político que tenha arcado com o valor do quadro pago ao artista ou à escola originalmente. Mas o Dr. Wolff faleceu em outubro de 1910.

Passado algum tempo, a pintura foi removida da antiga residência do médico falecido e transferida para o prédio da Superintendência Municipal, onde foi pendurada no salão principal, por volta de 1914. Isso causou imediato descontentamento por parte de muitas pessoas, visto o caráter devasso da nudez (um seio descoberto) da deusa. Depois de intenso debate sobre a propriedade de um quadro assim poder ficar exposto ali, acabou por ser retirado. A partir daí o quadro não teve mais paradeiro definitivo. Rodou por muitos lugares e por fim foi parar em depósitos, escondido por anos e anos e assim foi se deteriorando.

Em 1965, o juiz de direito da comarca, o Dr. Maximiliano Morgenstern, resolveu mandar restaurar o quadro que agora se encontrava em péssimo estado de conservação. Para isso contratou o pintor Werner Günther, que coincidentemente tinha o seu atelier na mesma Vila Erica, antiga residência e mini-hospital do Dr. Wolff.

De lá pra cá ficou em exposição no antigo prédio do Fórum Municipal no centro da cidade depois foi transferido para o prédio atual, onde se encontra no hall da escadaria e pode ser visto até hoje.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Os ruralistas, no fim, são uns trouxas

Entre 2000 e 2010, a produção agrícola brasileira cresceu + ou - 70%, enquanto o uso de agrotóxicos, no mesmo período, subiu mais de 140%.

Nada, mas nada mesmo, justifica isso, mas nos mostra uma coisa: a agricultura brasileira é tocada por um bando de imbecis, inclusive esses ruralistas - uma conjuração muito ciosa dos interesses do seu latifundio, mas que não passam de uma corporação de trouxas que comem na mão das 13 industrias químicas que dominam 90% do mercado mundial de pesticidas.

Até os bananeiros (plantadores de banana) de Hansa Humboldt, aqui na nossa redondeza, vejam só, já se apoderaram de tecnologias de ponta para aplicar herbicidas e fungicidas nos bananais. Agora usam avião. Os arrozeiros, um pouco adiante, contumazes no uso pesado de pesticidas, continuam como dantes... pesteando qualquer curso d’água que conseguem deitar mão.

E assim vamos...

A Educação de SC na campanha - quanta diferença!



Espero que a greve dos professores faça o povo catarineta repensar suas escolhas para governador.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Es un borracho!


Noticia no R7

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) sofreu um acidente na sexta-feira (17) quando montava a cavalo. Segundo a assessoria dele, o parlamentar estava nas proximidades da fazenda de seus familiares no município de Cláudio, centro-oeste mineiro, quando caiu do cavalo.

Após a queda, o senador foi submetido a atendimento médico e realizou exames de imagem em Belo Horizonte. Ele foi atendido pelo ortopedista Rodrigo Lasmar. Os exames médicos indicaram fraturas em costelas e na clavícula direita...

Vejam agora cenas inéditas do ocorrido:

CONTINUA



Atualização 20/06 11:27

O senador Álvaro Dias (PSDB-PR) apresentará, nesta segunda-feira (20), um requerimento à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado convidando o cavalo que derrubou o Senador Aécio Neves, a depor na comissão. Dias quer que o cavalo preste esclarecimentos na CCJ sobre denúncias de alinhamento com o governo e com o Partido dos Trabalhadores.

A íntegra dessa atitude íntegra do íntegro Senador Bot... ops... do Paraná, pode ser vista aqui