* Este blog luta por uma sociedade mais igualitária e justa, pela democratização da informação, pela transparência no exercício do poder público e na defesa de questões sociais e ambientais.
* Aqui temos tolerância com a crítica, mas com o que não temos tolerância é com a mentira.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

História de Santa Catarina – Cia Jensen de Blumenau



Vou focar a história dessa empresa, pois tem um documentário de boa qualidade no VocêTuba e porque faz parte da minha infância, quando morei em Blumenau entre 1960 e 1967. Em casa recebíamos leite em garrafas, da qual conservei uma, que ilustra este post (1).

E Cia Jensen comercializava produtos com a marca Frigor e era considerada uma portência no Vale do Itajaí nas décadas de 50/60, como os vídeos de 1963, quando a companhia estava em seu apogeu, atestam.

Foi fundada em 1872 e destacou-se no início do século passado pela produção agrícola e pecuária. Nesse cenário, a Companhia Jensen surgiu como expoente na produção de leite pasteurizado, lacticinios e derivados de carne suína. Produtos como banha e embutidos tornaram o nome da empresa conhecido em todo o país. A companhia foi a responsável por lançar pela primeira vez, em Blumenau, o leite embalado em pacote de plástico de 1 litro.

Em 1984, porém, a empresa enfrentando dificuldades de toda ordem, acabou por ter sua falência decretada.  O que será que aconteceu?...






NOTAS


(1) até enchi a garrafa com água misturada com maizena para simular leite para bater  fotos... o que o caboclo não faz pra produzir um post de blog!?... Uma garrafa dessa estão pedindo R$ 85 no mercado livre... Vixe, eu hein?...


O movimento pendular das ideias e da economia



por Luis Nassif, em seu blog


É assim: uma determinada linha de pensamento torna-se hegemônica em determinado período. As ideias fornecem a base política para o direcionamento da política econômica para os novos campeões. Estratificam-se interesses, a falta de centros de pensamento, especialmente de uma mídia sintonizada com os novos tempos, atrasa o desenvolvimento dos novos conceitos.
A economia muda mas os campeões do modelo em declínio mantem o poder político, a influência ideológica sobre mídia, parlamento e governo. Foi o que aconteceu com o modelo geiselista, que tinha muitos defensores dentre os economistas desenvolvimentistas. No final dos anos 80, jornalista que ousasse ser contra a reserva de mercado da informática era taxado de inimigo da pátria.
O pêndulo vai se radicalizando até uma crise desnudar o modelo – que cai de maduro. Aí passa a ser substituído por novo modelo que, no início, corrige os exageros do modelo anterior e inaugura novos campeões.
Depois, estratifica-se, acomoda-se sobre a nova ideologia reinante e vai criando novos vícios que vão crescendo, crescendo, sem que nenhuma força contrária amenize essa radicalização. É o que ocorre com o pensamento neolilberal de FHC. Quem ousasse propor qualquer noção de pensamento estratégico, qualquer ajuste nos descaminhos do câmbio, qualquer dúvida sobre o nível absurdo das taxas de juros, era taxado de anacrônico.
Daqui para a frente, o grande desafio será defender o novo desenvolvimentismo de olhos abertos para os abusos que surgirão mais à frente, amenizando o movimento pendular para torná-lo mais estável.
A construção dos grandes países não se deu em cima dessas contendas ideológicas – que servem muito mais de matéria prima para alimentar grupos acadêmicos e partidos políticos do que para construir nações. O importante é ter o pragmatismo de analisar as melhores soluções fora do arcabouço ideológico das escolas econômicas e definir o radar em torno de fins claros, objetivos. Depois, buscar o meio que melhor permita alcança-lo, independentemente de qualquer enquadramento ideológico.

NOTA DESTE CLARIM:
That simple!...

Nota de Repúdio às praticas publicas na Cracolândia paulistana



reproduzido do Facebook


O Centro Acadêmico XI de Agosto, entidade representativa dos estudantes da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco (USP), vem a público manifestar repúdio ao Plano de Ação Integrada Centro Legal, iniciado em 03 de janeiro de 2012 na Cracolândia, região central de São Paulo:


O plano é errado tanto na sua concepção, quanto no modo como é executado. Esse projeto envolve a ação da Polícia Militar na região, buscando inibir o tráfico de drogas e dispersar os seus usuários, que também seriam impedidos de se fixar em outros locais. A denominada “política de dor e sofrimento” visa provocar abstinência nos usuários de crack, a partir da qual, em visão equivocada, eles buscariam tratamento junto ao Poder Público.

Deve-se atentar, primeiramente, à fragilidade desse plano, pois parte do pressuposto que o sentimento de fissura do usuário em abstinência ocasionará seu interesse em buscar tratamento, ignorando os demais efeitos, como outros problemas de saúde ou reações violentas à abstinência. Ainda que essa política agressiva e desumana em andamento efetivamente gerasse busca por tratamento, a cidade de São Paulo não teria condições para atender os usuários, pois carece de estrutura adequada para tanto. E pouco se faz a esse respeito.

Diversos agentes do Poder Público também têm reiterado que a migração dos usuários a outras regiões será combatida, concluindo-se, então, que a operação será estendida para outros pontos da cidade. Transparece, dessa forma, a adoção de uma estratégia que somente expulsa os usuários de um lugar a outro, continuamente, em detrimento da oferta de alternativas reais de reabilitação que respeitassem verdadeiramente a dignidade dessas pessoas e visassem, de fato, recuperar sua saúde.

A execução do plano é reflexo dos problemas em sua concepção. As autoridades afirmam que o crack é uma questão de saúde pública. A prática, entretanto, prova o contrário. A ação policial ostensiva, planejada e detalhada, reprime o usuário e contrasta com a nebulosidade do plano de ação referente à recuperação da saúde dessas pessoas. O alvo da polícia, que seria o tráfico, acaba sendo o usuário.  A eficácia no combate ao tráfico é mínima e o desrespeito aos usuários, enquanto seres humanos, enorme.

 O Plano de Ação Integrada Centro Legal limita-se, portanto, à ação policial direcionada aos usuários e tem ensejado constantes violações aos seus direitos. É inadmissível, em um Estado Democrático de Direito, que agentes do Poder Público cometam repetida e sistematicamente atos de agressão física e moral contra os cidadãos, em claro abuso de autoridade e desrespeito aos direitos humanos. O combate ao tráfico de drogas não pode servir de pretexto para ignorar a necessidade de implementação de políticas públicas de saúde e assistência social para uma população marginalizada e doente.

A simples e violenta retirada dos usuários de crack do espaço público não resolve o problema de uma população já desamparada, que não tem outro lugar aonde ir e que sofrerá forte repressão policial para somente então, e em visão equivocada, perambular em busca de uma ajuda incerta. 

Sendo assim, as entidades e pessoas abaixo assinadas declaram que:

  • Não admitem que os usuários de crack, parcela vulnerável e marginalizada da nossa sociedade, tenham como tratamento estatal a ação policial repressiva no lugar da implementação de políticas de saúde pública e de assistência social;
 
  • Não admitem que essa população seja expulsa dos espaços públicos que ocupa, sendo forçada a uma migração permanente, em que não há real perspectiva de melhora de vida;
 
  • Não admitem que uma operação estatal seja realizada em desrespeito aos direitos humanos, e que agentes estatais cometam sistematicamente atos de agressão física, moral e patrimonial contra a população, de modo indevido e impunemente.

 Assinam:

Centro Acadêmico XI de Agosto – Faculdade de Direito da USP

Centro Gaspar Garcia de Direitos Humanos

Centro Franciscano - SEFRAS

Clínica de Direitos Humanos Luiz Gama – Faculdade de Direito da USP

Instituto Luiz Gama

Instituto Pólis

Instituto Práxis de Direitos Humanos 

Instituto Terra Trabalho e Cidadania – ITTC

Movimento Ministério Público Democrático

Núcleo de Antropologia Urbana da USP

Pastoral Carcerária

 SAJU - Faculdade de Direito da USP

UNEafro-Brasil 
  
Alamiro Velludo Salvador Netto – Professor Doutor do Departamento de Direito Penal, Medicina Forense e Criminologia da Faculdade de Direito da USP

Alvino Augusto de Sá – Professor Doutor do Departamento de Direito Penal, Medicina Forense e criminologia da Faculdade de Direito da USP

Alysson Leandro Barbate Mascaro – Professor do Departamento de Filosofia e Teoria Geral do Direito da Faculdade de Direito da USP

 Amando Boito Jr. – Professor da Unicamp

Antônio Carlos Amador Pereira – Psicólogo e Professor da PUC-SP

Antônio Magalhães Gomes Filho - Professor Titular de Processo Penal e Diretor da Faculdade de Direito da USP
  
Boris Fausto - historiador e professor aposentado do Departamento de Ciência Política da FFLCH - USP

Caio Navarro de Toledo - Professor do IFCH da Unicamp

Celso Fernandes Campilongo – Professor Titular do Departamento de Filosofia e Teoria Geral do Direito da Faculdade de Direito da USP

Eros Roberto Grau – Professor Titular aposentado da Faculdade de Direito da USP e Ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal

Dimitri Dimoulis - Professor de Direito Constitucional da Direito GV

Geraldo José de Paiva - Professor Titular do Departamento de Psicologia Social e do Trabalho do Instituto de Psicologia da USP

Gilberto Bercovici – Professor Titular do Departamento de Direito Econômico, Financeiro e Tributário da Faculdade de Direito da USP 

Jorge Luiz Souto Maior - Professor Associado do Departamento de Direito do Trabalho e da Seguridade Social da Faculdade de Direito da USP

José Guilherme Cantor Magnani – Professor Livre-docente do Departamento de Antropologia da FFLCH-USP

Lídia de Reis Almeida Prado - Professora Doutora do Departamento de Filosofia e Teoria Geral do Direito da Faculdade de Direito da USP

 Marcio Naves - Professor de Sociologia do IFCH – Unicamp

Marcio Suzuki - Professor do Departamento de Filosofia da FFLCH USP

Marcus Orione - Professor Associado do Departamento de Direito do Trabalho e da Seguridade Social da Faculdade de Direito da USP 

Mario Gomes Schapiro - Professor da Direito GV

Mariângela Gama de Magalhães Gomes- Professora Doutora do Departamento de Direito Penal, Medicina Forense e Criminologia da Faculdade de Direito da USP

Miguel Reale Júnior - Professor Titular do Departamento de Direito Penal, Medicina Forense e Criminologia da Faculdade de Direito da USP e ex-Ministro da Justiça 

 Nádia Farage - Diretora do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp

Otávio Pinto e Silva -  Professor Associado do Departamento de Direito do Trabalho e da Seguridade Social da Faculdade de Direito da USP 

Paulo Eduardo Alves da Silva - Professor do Departamento de Direito Privado e Processo Civil da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto – USP

Ricardo Antunes - Professor de Sociologia do IFCH – Unicamp

 Samuel Rodrigues Barbosa - Professor Doutor do Departamento de Filosofia e Teoria Geral do Direito da Faculdade de Direito da USP

Sérgio Salomão Shecaira - Professor Titular do Departamento de Direito Penal, Medicina Forense e Criminologia da Faculdade de Direito da USP

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Cotonete para ouvidos moucos

Saiu no Brasil Econômico, na capa:

“Alemanha exige criação de CPMF na Europa para acabar com a crise.”

“A chanceler alemã, Angela Merkel, reafirma que um imposto sobre transações financeiras é a ‘resposta certa’ para os problemas econômicos da Zona do Euro e estabelece prazo para que os países do bloco aceitem a proposta; Sarkozy diz que a França criará a taxa de qualquer forma.”







Isso tudo só pode ser uma brincadeira, na melhor das hipóteses. Na pior, manobra eleitoreira de baixo calão. 
Populismo.
Merkel não tem base parlamentar para aprovar isso. E Sarkozy apenas corteja a esquerda, já que é candidato, este ano, à re-eleição. Portanto, não perca o seu tempo.
Isso não é para valer.
CPMF – nem por cima do meu cadáver diz Miriam Leitão - Urubóloga (vem de Urubu agourento + Futuróloga) das Organizações Globo.
Esse foi o veredito irreversível da Urubóloga, no Bom (?) Dia Brasil, que será transmitido ao longo do dia, em toda a Europa – e ajudará a sepultar essa ideia rasteira.
A Urubóloga foi tão convincente que a Renata Vasconcelos, que faz um curso de Alta Economia, ao vivo, todo dia, ao lado da Urubóloga, cantou no mesmo tom: já que isso aí da Merkel e do Sarkozy não passa de uma … (merda!?!?...)
Quem também é contra é o FHC.
Foi ele, beneficiário, quando presidente, da CPMF do Ministro Adib Jatene, na hora de renovar a CPMF ele liderou a campanha “vamos tirar o remédio da boca das crianças”.
Com o apoio do inigualável Arthur Virgilio Cardoso e do "Tasso-eu-tenho-jatinho-porque-posso", Fernando Henrique derrotou a CPMF no Senado e deu uma punhalada nas costas do Lula.
É o que ele mais quer(ia).
Um gesto que se inscreverá na biografia desses três tucanos estadistas.
Arthur Virgilio Cardoso é aquele que disse que ia dar uma surra no presidnete Lula e levou DUAS surras do eleitorado amazonense.
Portanto, Merkel é uma coitadinha, está perdidinha, perdidinha.
O maciço apoio que tem no eleitorado e no Congresso da Alemanha se evaporam diante da dialética tucana e global.
Mal sabe ela do poder da Urubologa e do Farol de Alexandria (FHC).

Planejamento urbano

Aprenda como fazer planejamento urbano e os primeiros passos na difícil arte da especulação imobiliária.

Essa é a pratica corrente em Sumpaulo. Quando não dá assim, acontecem incêndios "acidentais" como o que aconteceu num cortiço/favela no Bom Retiro na vespera do ultimo Natal.

O video vale cada segundo:


LUZ from Left Hand Rotation on Vimeo.

Protagonistas deste video:


Paula Ribas - jornalista, fotografa  e fundadora da Associação Amo a Luz, uma ONG. Participa do conselho gestor da ZEIS (Zona de Especial Interesse Social) da Luz.


Simone Gatti - arquiteta e urbanista pela FAU/USP. Pesquisadora com foco na gentrificação (tirar pobres e miseráveis de locais de interesse imobiliário e mandá-los pra Conxinchina) em centros urbanos.


Raquel Rolnik - urbanista, professora na FAU/USP e relatora especial da ONU para o direito à moradia 

O que eu gostaria de ver em 2012... mas o que realmente teremos!...




POLÍTICA

♦ A política dos sonhos de todo índio Botocudo é a de que os partidos políticos cuidassem para que todos os candidatos que vão inscrever para concorrer às eleições municipais, tenham um bom currículo e não uma boa folha corrida. Ter cometido crimes, desrespeitado normas e leis, deveria ser coisa que os partidos considerassem muito grave, a ponto de negar o registro a esses indivíduos. E o eleitor, protegido dessa forma pelo que a política tem de melhor, que são os partidos políticos bem estruturados, não precisará escolher entre os vários oportunistas, quiça ladrões, que em geral aparecem como candidatos.

♦ Mas o que na realidade vai continuar acontecendo, em 2012 e depois, é que os partidos políticos vão continuar não muito preocupados com o passado (ou a moral ou a ética) dos candidatos que inscreveram para concorrer às eleições municipais. Ter cometido crimes, desrespeitado normas e leis, é coisa muito relativa, nem sempre suficiente para negar o registro a esses indivíduos. E o eleitor, como sempre, terá que escolher entre vários oportunistas que querem se arrumar, alguns ladrões, diversos suspeitos, alguns paspalhos e um ou outro menos incompetente. E, quando dá merda, ainda acaba levando a culpa: "O brasileiro não sabe votar mesmo!...". Um exemplo sintomático desse descalabro é a volta do “honestíssimo” senador paraense Jader Barbalho.



JUDICIÁRIO BRASILEIRO

♦ Um sistema jurídico ideal que todo índio do Toldo Taquara aqui espera é um que fosse providenciar um mutirão nacional para apontar todas as leis mal redigidas, escritas de forma dúbia, confusas, que permitem múltiplas interpretações, para que os parlamentos refaçam tudo também em regime de mutirão. E os espertíssimos parlamentares que foram responsáveis pelas leis mal feitas, cheias de brechas e vicios, fossem imediatamente enviados para o Haiti, para atuar na força de paz limpando latrinas, trocando fraldas e cuidados de hospitais de campanha.

♦ Mas desgraçadamente o que teremos em 2012 é a continuidade do que juizes têm demonstrado amiúde nos últimos tempos: que são iguais a todos os demais servidores públicos graduados. Insurgem-se irracionalmente contra a fiscalização de seus feitos; protegem com unhas e dentes os empregos de seus parentes, amigos e afilhados; sabem que há, entre eles, laranjas podres, mas hesitam em afastá-las do cesto dourado de suas sinecuras. E os bons, acovardados num silêncio cúmplice, permitem que a população se sinta desamparada numa terra sem lei. Estamos no mato sem cachorro!... Vide o caso CNJ.



IMPRENSA TUPINIQUIM

Eu sempre imaginei a imprensa era uma instituição vinculada à cultura do esclarecimento e da informação.


Hoje sei que  é o contrário. Quanto mais eu estudo os imbróglios midiáticos, mais eu fico estupefato com o volume de desinformação disseminado. E pior, a desinformação é feita de forma descarada e maliciosa atendendo a vis interesses de poder dos barões da mídia e seus grupos relacionados (mór das vezes nada mais do que só as oligarquias DEMo-tucanas).

A mentira e a manipulação são hoje armas de opressão e destruição maciça, tão eficazes e importantes como as armas de guerra tradicionais. Em muitas ocasiões são complementares destas.


O caso mais emblemático é o da velha mídia ignorar completamente o avassalador livro-denuncia “Privataria Tucana” e rufar tambores e cornetear  (Clarins) a plenos pulmões outro, o tal “Livro do Boni”. O ultimo é um amontoado de curiosidades categoria “não-informação”  e 80% de autoendeusamento. Fatos importantes cita apenas superficilamente: esclarecimentos  mais concretos  sobre parcerias, explícitas ou veladas,  com o Grupo Time-Life nos anos 1960,  ou   com os governos militares, nos anos de chumbo cita apenas en passant. No livro também manteve escondida ou minimizada a verdadeira postura da Globo  em episódios como  os da Proconsult na eleição do Brizola (fraude eleitoral patrocinada pelos Marinho), da omissão  na campanha  das “Diretas Já”, ou da edição antijornalística e antidemocrática  do debate Collor x Lula.

Já o livro solenemente ignorado pela nossa velha mídia, o do laureado jornalista Amaury Ribeiro Junior é um petardo não só de leitura obrigatória de todos os brasileiros como merece ter cada uma de suas páginas examinadas  a fundo, porque, das duas uma: ou elas contêm mentiras , invenções ou deturpações, então deveriam levar  o autor às barras dos tribunais, ou as situações ali denunciadas devem levar as figuras protagonistas pagar pelos crimes de lesa-pátria descritos, saindo da vida pública para entrar no cotidiano carcerário. Mas a mídia porca (PIG) sabe disso, por isso o silencio constrangedor. 

Infelizmente essa imprensa mentirosa e corporativista DEMo/tucana vai sobreviver 2012 e muitos anos ainda.  

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Voltamos!... e sem complexo de vira-latas


 ...estou dois dias de volta a Sumbento já, mas como fiquei longe da internet por duas semanas e só esporadicamente tomando conhecimento do que acontecia na nossa Pindorama pela TV (e sendo estupidamente enganado como todo bom otário tupiniquim o é por esses meios de comunicação) estou tomando pé das coisas de novo aqui na internet e ainda não postarei nada além dessa nota hoje.

Como vocês devem ter notado, mudei o nome do blog para fugir do anglicanismo caipira anterior, pois aquele nome foi escolhido de afogadilho em 2009 e eu não estava mais muito confortável com ele.

Continuamos prestigiando a brava gente Botocuda, mas com o novo nome agora com  uma conotação mais barulhenta. Inicialmente quis dar um nome alemão dos antigos jornais aqui da terra, mas também desisti, para essa bodega não ficar muito prussiana. Ai fiz só uma tradução livre para o alemão que coloquei no subtítulo, pois clarim em alemão não é exatamente Trommel, que seria muito mais tambor, ou fanfarra... mas e forçação de barra nesse caso me pareceu admissível.

Vam’que vamo em 2012 então!...  

P.S.: a foto é para homenagear meu amigão, o vira-latas Tintim (um dos 5 piores cachorros do mundo), que sobreviveu a um atropelamento por um carro no dia 02 de janeiro, fazendo me estressar pra valer logo no inicio do ano. Mas o vira-latas é forte, deu a volta por cima, mesmo ainda estando com tração 4x3, mancando um pouco com uma pata dianteira. Hoje já estraçalhou todo o cobertor da caixa-cama dele espalhando pedacinhos esfarrapados por toda a sala, depois sumiu com um pé de sandália da minha mulher... isso significa que já está bom.