
Acompanhem as peripécias do vice governador Leonel Pavan e do ex-prefeito de Joinville Marcos Tebaldi clicando sobre os nomes destes impolutos personagens nesta frase.

Acompanhem as peripécias do vice governador Leonel Pavan e do ex-prefeito de Joinville Marcos Tebaldi clicando sobre os nomes destes impolutos personagens nesta frase.

Foi colonizado (leiam a palavra no sentido de o mais cruel, selvagem e explorador) pelos espanhóis. Pelo Colombo em pessoa, junto com o irmão. Isso durou várias décadas até que a França descobriu que o Haiti era riquíssimo, principalmente em minérios raros, se instalaram lá. Podem se estarrecer, mas é rigorosamente verdadeiro: esse Haiti, que identificam como o país mais pobre, ficou sendo a possessão mais rica da França.
Passou algum tempo, como a proporção da população era de 500 mil nascidos mesmo no Haiti e 3 ou 4 mil franceses os nativos resolveram tomar o Poder e ficaram donos de tudo. Nem precisaram expulsar os franceses, eles fugiram.
No Haiti, “existem dois Haitis”. O de cima e o de baixo. Os de baixo, realmente muito pobres, não tendo o que comer, derrubaram todas as árvores, que transformavam em alimento e em utensílios diversos para a sobrevivência. (Sobrevivência?)
Na parte de cima os ricos, que junto com outros povos, exploram a população negra, que mora em baixo. Esses ricos têm casas, dão festas monumentais, não se incomodam com as centenas de milhares que moram na parte de baixo. Todas as propriedades pertencem aos ricos.
Os pobres da parte de baixo, (maldosamente chamados de parte Sul, a rica é a parte Norte) são descendentes de africanos como essas ilhas do Caribe.
De 1500 até hoje, registradas, 200 ditaduras. Todas protegidas e protegendo os ricos. Todas perseguindo e empobrecendo ainda mais os pobres.
Esse terremoto de agora não atingiu a parte rica, (a de cima) os pobres (a de baixo) perderam tudo. Quer dizer, é exagero “perderam tudo”... não tinham nada.
Os jornalões sabem de muita coisa, não podem informar para não contrariar o “sistema”.
* * *
Por Hélio Fernandes – Tribuna da Imprensa RJ
Ante a pedreira que se aproxima, acho sumariamente útil as pessoas entenderem exatamente o que significam as forças conservadoras reacionárias que vagam pelas catacumbas da nossa Pindorama. Comecemos pelo Opus Dei.
O lingüista estadunidense Noam Chomsky, que se define politicamente como “companheiro de viagem” da tradição anarquista, é considerado um dos maiores intelectuais da atualidade. Entre outros estudos, ele elaborou excelentes livros e textos sobre o papel dos meios de comunicação no sistema capitalista. É dele a clássica frase de que “a propaganda representa para a democracia aquilo que o cassetete significa para o estado totalitário”. No didático artigo abaixo, Chomsky lista as “10 estratégias de manipulação” das elites. Vale a penar ler e reler:
1- A estratégica da distração.
O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes.
A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto “Armas silenciosas para guerras tranqüilas”)”.
2- Crias problemas, depois oferecer soluções.
Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.
3- A estratégia da degradação.
Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, é suficiente aplicar progressivamente, em “degradado”, sobre uma duração de 10 anos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas têm sido impostas durante os anos de 1980 a 1990. Desemprego em massa, precariedade, flexibilidade, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haviam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de forma brusca.
4- A estratégica do deferido.
Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública no momento para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, por que o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, por que o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.
5- Dirigir-se ao público como crianças de baixa idade.
A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por que?
“Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos, então, em razão da sugestionabilidade, ela tenderá, com certa probabilidade, uma resposta ou reação também desprovida de um sentido critico como a de uma pessoa de 12 anos de idade (ver “Armas silenciosas para guerras tranqüilas”)”.
6- Utilizar o aspecto emocional muito mais do que a reflexão.
Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…
7- Manter o público na ignorância e na mediocridade.
Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada as classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre o possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossíveis para o alcance das classes inferiores (ver “Armas silenciosas para guerras tranqüilas”)”.
8- Promover ao público a ser complacente na mediocridade.
Promover ao público a achar "cool" pelo fato de ser estúpido, vulgar e inculto…
9- Reforçar a revolta pela culpabilidade.
Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E sem ação, não há revolução!
10- Conhecer melhor os indivíduos do que eles mesmos se conhecem.
No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o individuo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.
Comentário
Assisti uma das conferências de Noam Chomsky no Fórum Social Mundial em Porto Alegre, em 2003. Não tenho qualificativos para definir este homem. Sua sabedoria, seu bom-senso, a clareza de suas idéias, seus indiscutíveis argumentos políticos foram para mim uma fonte de esperança real em "um mundo melhor é possivel" o lema daquele forum social.
Muitas dessas técnicas, no entanto, servem como uma luva para o recente relatório de ações do governo Magno & Flavio para o ano de 2009, à frente da administração municipal de São Bento do Sul.
Nas últimas duas semanas ocorreram várias mortes em diferentes locais do país devido a desastres climáticos, sempre agravados por brutais prejuízos econômicos. Os casos de morte mais marcantes foram a queda da ponte em Agudos no Rio Grande do Sul e o escorregamento das encostas em Angra dos Reis, além das inundações na baixada fluminense. Os prejuízos econômicos ocorrem em São Paulo afogada por carros e indefesa a qualquer chuva acima de 30 mm em poucas horas.
O caso que mais chamou a atenção foi o de Angra dos Reis, e envolveu o escorregamento de encostas atingindo as edificações e população nestas áreas. Infelizmente este cenário tem ocorrido em diferentes cidades do país todos os anos, da qual São Bento do Sul não está imune e a possibilidade de ocorrer desastres sérios com perda de vidas por aqui é REAL.
No plano geral brasileiro a causa principal dessas ocorrências funestas é a urbanização de áreas de risco e a falta de zoneamento ou de cadastramento destas áreas por parte dos municípios, associado a imprudência e falta de informação da população que coloca em risco seus familiares.
Apesar de São Bento do Sul possuir um Plano Diretor, este instrumento não inclui o zoneamento da área de risco. Este zoneamento é fundamental e a ocupação poderia ser controlada pelo próprio financiamento dos bancos para a população de renda maior.
Outro problema muito sério nas terras sãobentenses e botocudas é que as autoridades constituídas no município tendem a desconsiderar o plano diretor amiúde, pois com sua sapiência se acham acima dessas diretrizes de ordenamento de planejamento urbano.
Além disso por aqui NUNCA, JAMAIS, foi tomada qualquer medida de caráter preventivo para fazer frente a problemas dessa ordem, pelo contrário, vejam esse exemplo: o EMHAB, autarquia municipal, no afã de resolver seus problemas de disponibilidade de terrenos para edificação de casas populares, andou plantando diversas dessas residências que financiou em áreas altamente potenciais para escorregamentos na Serra Alta.
Nos resta contar com a benevolência divina.
Nunca gostei de Boris Casoy. Sempre o tive como um reacionário conservador da pior espécie. Invariavelmente posa de cavaleiro da verdade, e com seus trejeitos, caretas e boquinha torta me vem com aquela máxima, de que alguns de meus amigos gostam tanto: “É-u-ma-ver-go-nha!”
Mas diferentemente do que aparenta esse personagem, está metido com falcatruas e acobertamentos de sacanagens há décadas e décadas. Ouvi falar dele a primeira vez quando o dono da finada Caderneta de Poupança Delfin, Ronald Levinsohn, tentou calar a imprensa sobre a operação de garantia fajuta ao BNH (Banco Nacional da Habitação). Antes do escândalo vazar, que levaria ao estouro da dita caderneta Delfin, Boris Casoy, na época editor da Folha de São Paulo (FSP - sempre ela) recebeu um telefonema de Paulo Francis (correspondente da Globo em Nova York e amigo pessoal de Levisohn) para que recebesse o empresário. Era para que este pudesse explicar o sua versão da coisa, na tentativa para por panos quentes, o que acabou não dando certo por outros motivos, mais fortes, pois o processo já havia sido desencadeado e não dava mais para encobrir. A própria FSP, por meio de outros jornalistas, acabou denunciando o esquema todo.
Isso tudo aconteceu no distante ano de 1983.
O mundo dá voltas e no jornal da Band de ontem a noite, no apagar das luzes de 2009, o “boquinha” dá mostra de toda seu ranço, seu descaso pelo povo brasileiro. Vejam o vídeo
http://www.youtube.com/watch?v=M8_Qb5D6RK8Jornal da Band - 31 de dezembro de 2009.
Os âncoras Boris Casoy e Joelmir Beting não percebem que o microfone ficou aberto e, pensando que ninguém mais os ouvia, fizeram comentários, no mínimo, preconceituoso e constrangedores acerca da dupla de garis que desejava a todos, inclusive aos dois, um feliz 2010. A colega dos dois âncoras da Band, Millena Machado, também não deixou de dar sua risadinha, que pode ser ouvida também. Lamentável!
Transcrição:
Casoy: "Que merda, dois lixeiros cara... desejando felicidades do alto da sua vassoura." e ri...
Millena: apenas ri (condescendente)
Casoy: "O mais baixo da escala do trabalho..."
Operador: "Deu pau, deu pau,..."
Atualização em 03 de janeiro, 2010 01:57
Carta aberta ao sr. boris casoy.
Sempre soube que o senhor é um homem de direita, que odeia meu país, o Brasil, e o meu povo, o brasileiro. Sempre soube, também, que como um legítimo peessedebista, que o senhor é, seu desejo é ver o meu país reduzido à condição de colônia dos EUA, com o devido resguardo, é claro, dos privilégios escravocratas de nossa elite retrógrada, entreguista e criminosamente indiferente às necessidades de nosso povo.
Sei, ainda, que o senhor, faz parte do grupo de profissionais de imprensa que, com a desculpa defender a liberdade de expressão em nosso país, arroga-se o direito de tentar fazer-nos engolir, à força, suas mentiras, fraudes jornalísticas e torpes propangandas, sempre a favor de poderosos latifundiários escravocratas, banqueiros bandidos, juízes corruptos, empresários desonestos, políticos venais, enfim, toda uma quadrilha de “respeitáveis criminosos”, aos quais o senhor jamais se referiria se não com a maior delicadeza e urbanidade, para não dizer subserviência.
Sempre soube de tudo isso; e sua imagem, na televisão, bradando, histérica e hipocritamente, “Isto é uma vergonha”, nas poucas vezes em que me dispus a assisti-lo, não chegava a me provocar sequer indignação, mas tão-somente uma jovial sensação de hilaridade, como quando, diante de um comediante, nos divertimos com o absurdo de suas piadas, mesmo as de mau-gosto.
O problema, sr. casoy, é que o áudio de seus brutais e ignóbeis comentários sobre aqueles trabalhadores, infinitamente mais úteis e importantes para a nossa sociedade que o senhor, fez-me lembrar, com uma irreprimível náusea, que o senhor não é, apenas, a lamentável figura de um comediante reacionário, que se exibe impunemente, todos os dias, diante das câmeras da televisão. O senhor é um fascista cruel, insensível e covarde, cúmplice de todos os crimes perpetrados contra meu país e meu povo, pela maldita elite, abjetamente defendida pelo senhor e seus comparsas, cotidianamente. Dito isto, tenho a lhe informar que nunca mais rirei de sua figura ridícula e sinistra; nunca mais rirei, com ironia, de suas mentiras, maquinações e exortações golpistas. E sou-lhe grato por isso. Por me fazer lembrar, entre ânsias de vômito e a sensação de horror, o que o senhor é e o que o senhor representa.
Sua máscara caiu de vez, senhor casoy. E sendo assim, em nome de um resto de algum digno atributo que lhe faça, ao menos, parecer humano, demita-se! Poupe-nos de sua repugnante presença, mesmo que apenas televisiva. Não nos faça começar a acreditar que, pelo seu triste exemplo, a humanidade não vale a pena.
Marcos Roma Santa.